21 de julho de 2008

Just a castaway

The sense of security is lost, where is the life I wish for... Well I don't really know, even yesterday I bought a condom for an euro on the street from a bride and can't make a sense of it. I walk slowly through this desert and I find myself even more alone then ever before, detached from reality and judgmental I can't seem to really connect to anything. People think solely of them selfs they see no one around only when they have needs... If only... life is bigger then you and me...

18 de julho de 2008

Speachless

Maybe one day we will arrive at a place where people can really say that we all speak the same language...

5 de julho de 2008

Invisível

Tornei-me invisível num instante, num momento passei do concreto ao abstracto sem contemplar o processo que ocorreu pelo meio. Deixei de ser visto, de ser sentido, passei a ser um fantasma que deambula pela rua à espera de conseguir embater contra alguém ou algo, para se sentir vivo. Nem resposta mereço, nem uma palavra, nem um conforto amigo, pois ao invisível está reservada a solidão e o exílio. Não direi triste da minha sorte, também não direi que sorte a minha, sou quem sou e cheguei onde cheguei através disso. Só gostava poder ser mais simples, só queria menos distância e mais camaradagem, uma resposta em vez da indiferença. A minha única tristeza é ter a falsa esperança que as pessoas vão reagir à minha maneira, como eu o percepciono, mas somos humanos não máquinas. Talvez um dia perceba, talvez um dia o diga, não dou sermões, guardo tudo para mim, mas não sou mais rico por isso. No fim de contas as ideias são vagas, os caminhos muitos, mas eu continuo aqui sozinho invisível perante tudo... Escondo-me de novo...

Back from the death

Estou de volta ao mundo dos vivos, pelo menos por uns instantes. Dei uma volta a este blog e até gosto do produto final, bastante mais limpo e acolhedor. Quanto à falta de posts anda de mão dada com a falta de comentários, agradeço ao Machacaz por dar a sua opinião quando lhe apetece! Espero que isto seja o recomeço de algo bom, depois de um mês que foi muito sombrio apercebo-me finalmente do que é importante. Tenho de seguir em frente e quem quiser vir comigo que venha, senão fica para trás como tudo na vida.

Bem haja

24 de junho de 2008

System.out.print("Trulidu world!");

Hoje acordo neste mundo que não quer saber de mim, nesta vida que se torna cada vez mais naquilo que eu não queria para mim. Caminho lado a lado com a minha sombra, mas sou eu quem me assombro na minha própria disfuncionalidade. Talvez este seja apenas mais um post de um momento em que deixo a minha imaginação flutuar através do abismo ou talvez esta seja uma porta aberta para aquilo que realmente sinto. Acho que ninguém vai saber responder, e mesmo que respondam não vai fazer sentido para mim quando tal resposta ler. A verdade está ali ao virar da esquina, mas eu não a vejo, tudo o que sinto conspira contra mim, tudo o que vejo está além do que posso ter. Mais um momento de auto-comiseração ou talvez um momento de auto-aprendizagem, eu sacrifico tudo por mais um momento, mas quando não percepciono a verdade tudo é mais difícil. Gostava neste momento que o mundo fosse todo a preto e branco, não existissem os tais graus de cinzento de que tanto ouço falar, que a verdade fosse mais simples ou menos dura, que a resposta fosse sim ou não... Que a pergunta fosse fácil e a resposta imediata... Procuro a resposta, procuro a pergunta, não sei o que quero... Já não sei bem quem sou, a minha existência diluí-se neste mar que me percorre enquanto escrevo, talvez um dia me encontre na esquina ou entre um copo de vinho num jantar qualquer. Paro por um momento, olho para o telemóvel, o tempo passa a correr, a vida não para por ninguém, nem por nada. Olho para este blog e vejo-o uma figura pálida do que já foi, o meu reflexo no espelho. Muitas vezes vejo as pessoas a perguntarem-se na razão do "porquê um blog?", dizer que não escrevo para as pessoas lerem não seria de todo verdade, gosto de ouvir opiniões, mas escrevo porque gosto. Escrevo porque a minha opinião e as minhas ideias por mais imbecis que sejam podem inspirar alguém a ser um pouco mais do que já é, duvido que isso alguma vez aconteça, mas ao menos tento. E claro escrevo para agradar ao meu ego, não no sentido de o glorificar, mas na realidade de ler algo com o qual me identifico e para mim é valioso. Mais uma vez escrevo um post enorme, com pedaços de pensamentos erráticos que qualquer pessoa, incluindo eu próprio, não irão dar mais de 1 minuto de atenção. Venho por este meio encerrar este tasco definitivamente, talvez comece um blog novo, mas este já perdeu o seu apelo, é tempo de mudança para melhor ou para pior. A verdade é que não há nada que eu diga ou possa fazer para mudar o rumo das coisas e neste momento está tudo no ar à espera que as nuvens conjurem a chuva que saciara a sede... Danço em círculos à procura da chuva do futuro, no presente...

23 de junho de 2008

Acoutisco FTW


As versões acusticas de certas músicas, são sem dúvida melhores que as versões originais :D
Aqui fica a letra:
I don't want you, to give it all up
And leave your own life, collecting dust
And I don't want you, to feel sorry for me
You never gave us, a chance to be

And I don't need you, to be by my side
To tell me, that everything's alright
I just wanted you, to tell me the truth
You know I'd do that for you

[Chorus]
So why are you running away?
Why are you running away?

Cause I did enough, to show you that I
Was willing to give, and sacrifice
And I was the one, who was lifting you up
When you thought your life had had enough

And when I get close, you turn away
There's nothing that I can do or say
So now I need you, to tell me the truth
You know I'd do that for you

[Chorus]
So why are you running away?
Why are you running away?

Is it me, is it you? (is it me, is it you)
Nothing that, I can do (nothing that, I can do)
To make you, change your mind (to make you)

Is it me, is it you? (so why do - you run - away)
Nothing that, I can do (won’t you tell me)
Is it a, waste of time? (why do - you run - away)

Is it me, is it you?
Nothing that, I can do
To make you, change your mind - no

[Chorus]
So why are you running away?
Why are you running away? (what is it, I have to say)

[Chorus]
So why are you running away? (to make you admit, you're afraid)
Why are you running away?

The moment's already passed

Sento-me em frente ao computador, como tantas outras vezes fiz, ouço Radiohead How to disappear completely e aguardo por um rasgo. Aguardo, mas nada vem a este corpo em decomposição, tudo passa ao lado. Enquanto isso lia o jornal de negócios, está tudo em queda, mesmo com a notícia de investimento a mota-engil desceu, o resto seguiu-lhe as passadas. O BCP continua em queda, ou vai mesmo abaixo ou quando recuperar alguém vai fazer muito dinheiro. A rotina mexe comigo, os próximos jogos do euro são só no dia 25, a Rússia vai reeditar o jogo da fase de grupos, mas desta vez com um desfecho diferente, espero eu. Quanto à Turquia não tem grande hipótese com metade da equipa sem poder jogar, vamos ver. De resto a vida continua e quem está mal muda-se já dizia o ceguinho...

16 de junho de 2008

OMG

If I was a serial killer I'd be...

A fada dos dentes!


Palavras para quê? Uma bebida para festejar, uma bebida para esquecer, uma bebida para relembrar que o álcool nos faz perceber a verdade de coisas nunca antes vistas...

9 de junho de 2008

I want to disappear... completely


That there
That's not me
I go
Where I please
I walk through walls
I float down the Liffey
I'm not here
This isn't happening
I'm not here
I'm not here

In a little while
I'll be gone
The moment's already passed
Yeah it's gone
And I'm not here
This isn't happening
I'm not here
I'm not here

Strobe lights and blown speakers
Fireworks and hurricanes
I'm not here
This isn't happening
I'm not here
I'm not here

2 de junho de 2008

I will eat you alive... and...


There's a gap in between
There's a gap where we meet
Where I end and you begin

And I'm sorry for us
The dinosaurs roam the earth
The sky turns green
Where I end and you begin

I'm up in the clouds
I'm up in the clouds
And I can't and I can't come down

I can watch and not take part
Where I end and where you start
Where you, you left me alone
You left me alone

X'll mark the place
Like the parting of the waves
Like a house falling in the sea
In the sea

I will eat you alive
I will eat you alive
I will eat you alive
I will eat you alive

and There'll be no more lies
There'll be no more lies
There'll be no more lies
There'll be no more lies

I will eat you alive
I will eat you alive
I will eat you alive
I will eat you alive

and There'll be no more lies
There'll be no more lies
There'll be no more lies
There'll be no more lies

I will eat you alive
I will eat you alive
I will eat you alive
I will eat you alive

and There'll be no more lies
There'll be no more lies
There'll be no more lies
There'll be no more lies

I will eat you alive
I will eat you alive
I will eat you alive