Longe vai o tempo em que falávamos, em que trocávamos sentimentos por silabas, palavras, frases... Agora apenas escuto o silêncio, a distância entre nós que se criou. Dir-se-ia que espero que as pessoas queiram tanto estar comigo como eu quero estar com elas, e que se tal acontecer vamos estar juntos, mas será que é esse o caso? Eu quero estar contigo e tu não queres? É te assim tão indiferente? Quando abandonaste tudo o que é humano e deixaste de querer saber? Quando deixei eu? Será que ouvir a verdade te custou tanto, os meus desabafos foram assim tão pesados que deixaste a nossa amizade sucumbir no meu momento de fraqueza, no momento em que mais precisava de ti? Peguei no telefone liguei-te não atendeste, conto as horas a passarem, ligas-me de volta? Dizes que sou importante para ti, até que ponto isso se estende não sei, o que é ser importante para ti não é o mesmo que para mim, somos pessoas diferentes, mas eu não te aceito assim, enfeitei-te como uma mentira que foi destruída pela verdade que tanto queria ter... Enganei-me, destruí-me, fi-lo a mim próprio e agora pergunto-me que fui eu afinal para ti? Um engano? Uma percepção de uma realidade que se tornou uma miragem e para mim? Não sei, só sei que não falamos, como posso eu agora saber...
As decisões na minha vida passam por mim, os erros são meus, os sucessos também...
28 de setembro de 2010
Far away
Longe vai o tempo em que falávamos, em que trocávamos sentimentos por silabas, palavras, frases... Agora apenas escuto o silêncio, a distância entre nós que se criou. Dir-se-ia que espero que as pessoas queiram tanto estar comigo como eu quero estar com elas, e que se tal acontecer vamos estar juntos, mas será que é esse o caso? Eu quero estar contigo e tu não queres? É te assim tão indiferente? Quando abandonaste tudo o que é humano e deixaste de querer saber? Quando deixei eu? Será que ouvir a verdade te custou tanto, os meus desabafos foram assim tão pesados que deixaste a nossa amizade sucumbir no meu momento de fraqueza, no momento em que mais precisava de ti? Peguei no telefone liguei-te não atendeste, conto as horas a passarem, ligas-me de volta? Dizes que sou importante para ti, até que ponto isso se estende não sei, o que é ser importante para ti não é o mesmo que para mim, somos pessoas diferentes, mas eu não te aceito assim, enfeitei-te como uma mentira que foi destruída pela verdade que tanto queria ter... Enganei-me, destruí-me, fi-lo a mim próprio e agora pergunto-me que fui eu afinal para ti? Um engano? Uma percepção de uma realidade que se tornou uma miragem e para mim? Não sei, só sei que não falamos, como posso eu agora saber...
24 de setembro de 2010
Letters to her...
Wake up in the distance, in the haze of the feelings I despair for another lump of air in my lungs. It's time to go on, to live my life outside, I wished you stayed, I hoped and prayed, but now I'm again on my own. I stair in the mirror see the shadow arise from the ghost of the morning that came in this day. For on the past I remember moments, times of care and shelter, for on the future I see emptiness, I see myself staring at me, I caress that moment when I will be stripped of all pride. Naked in the cold I walk outside the streets, alone but not lonely, I am by myself a man, a being, an entity of this world...
23 de setembro de 2010
Trust...
Confiar, partilhar, guiar a vida com passageiros a bordo. Que foi feito das palavras antes ditas, das exigências repetidas, ficam para trás com o tempo, porque no egoísmo mostramos o nosso humanismo hipócrita. Como reajo perante isto, misto de tristeza e revolta, é complicado quando me apontam a pistola que preferem guardar no bolso quando os papéis se invertem... Porque eu não tenho a coragem de apontar a minha e dizer de minha justiça, simplesmente desisto, acho que não vale a pena, permito-me descansar, pois penso que as pessoas devem aprender por elas próprias. Se apontar a pistola, estarei a forçar um estado não natural nessa pessoa e as pessoas não mudam. Para quê lutar? Para quê confiar? I trusted a naked bus driver...
22 de setembro de 2010
Today my heart swings...
But I don't want to take your heart
And I don't want a piece of history
No I don't want to read your thoughts anymore, my god
'cause today my heart swings
Let it come 'cause I've got a chance for a sweet sane life
I said I've got a dance and you'll do just fine
Well I've got a plan
look forward in my eyes...
But today my heart swings
20 de setembro de 2010
nunca direi que é apenas mais um concerto...
Quantos concertos já fui este ano? Não sei, algures no tempo perdi a conta... Qual o melhor? Boa pergunta, já vi tantos e tão diferentes... Mas não se torna rotina? Nunca, cada concerto é sempre bem diferente do outro, as pessoas com que estás, o ambiente, até mesmo sózinho vi concertos brilhantes! Hoje resolvi me lembrar dos melhores concertos deste ano, para mim, sem nenhuma ordem em especial... David fonseca, Cynic, Katatonia, Beirut, God Is An Astronaut e Eels! Mas vêm ai mais, altas expectativas para Anathema, Interpol e Apocalyptica. Vamos a ver =)
The Heinrich Maneuver
How are things? A few days I wouldn't even know where to start, so to answer it would be a self-indulgent mess... But now things have changed, for good or bad, things may never be the same. Will it be better or worse? Who knows, who cares? I just want to live my life and let my heart swing... Rather then anything, give me truth, this as become my new hymn, my perspective of events. People never change, inside we stay the same, our perspectives the way we deal with events, that's what changes. That's what changed in me this time, I now perceive differently from what I did a few days ago. I can now see my life, my smile, my heart, my brain as new voyage, a new ship ready to leave for a different harbour. So I'll adjust my sails and drift on to a new sea...
19 de setembro de 2010
30 de agosto de 2010
The returning!

Boa tarde, blogosfera! Heis-me regressado das cinzas ou que raio de merda me tenho enfiado nestes últimos tempos da minha existência. Vou vos contar o que tenho feito:
- Viajar! Madrid, Atenas, Helsínquia e próximo será Barcelona :)
- Concertos! Optimus alive, Cynic, Kusturica, Super Bock Super Rock, Sudoeste, Vagos Open Air, Valient Thor, tantos que já perdi a conta!
- Música, finalmente juntei-me com um amigo meu (baterista) e estamos a tocar juntos! 2 covers e um original tudo em progresso lento, mas estamos a divertir-nos!
- Trabalho! Já não estou na Optimus mudei-me de armas e bagagens para a PT SI no Taguspark.
- Emocional? Same old stuff... Single for life =)
- De volta à vida de blog? Não sei, vou postando de vez em quando...
14 de março de 2010
Quietly
Um dia passa, um desejo fica, uma sensação turva do que foi do que será. No fundo, não foi banal, não foi um momento mau, pelo contrário foi belo, simples, sorridente, cúmplice, mais do que esperava que fosse... Mas no fim, pergunto-me eu, que fica? Que perdura, a sensação de que há mais caminho a percorrer, ou de que este já foi percorrido e o destino foi interrompido pela tesoura do nada. Num momento de possível loucura procura de novo a tua voz, ouço-a e percorremos novos caminhos por mais uns momentos antes de por fim irmos pernoitar... No fim fica a promessa do amanhã, vivermos outro dia, outros momentos.Quando acordo, trabalho, a vida assim fez com que isso acontecesse, mas depois vimos nós e seguimos para o nosso recanto, onde ninguém nos vê, onde podemos saltar, gritar, dançar, fazer figuras parvas e rirmos porque assim somos mais nós. Mas como, o fim vêm, e como sempre como uma navalha corta-me ao meio, volta a dúvida, a incógnita do que será, pergunto-me se devo forçar a resposta ou esperar pela pergunta, porque acho que tenho medo, tenho receio, de não ser boa, mas será que adiar faz alguma diferença? Não sei, se fosse assim tão simples estaria mais calmo, se já tivesse percebido por entre as tuas linhas a frase direita estaria muito mais seguro do caminho que aí vem... Mas não estou, resta-me viver mais um dia esperar por mais um momento, que venha e nos leve a sermos mais, a transcendermos-nos, a sorrirmos e a abraçarmos-nos porque assim somos...
8 de março de 2010
Needs
A incontornável necessidade de sentir que me sinto assim, num vazio, sem perceber ao certo do que preciso, se é que preciso sequer, não estarei bem assim só eu? Qual a necessidade de ouvir as badaladas do relógio distante que seguras no pulso, de seguir as linhas que desenhas com os teus dedos enquanto as palavras emergem da tua boca. Não sei de que é feito o teu sorriso, nem como defines o teu mundo nesta terra, apenas conheço as palavras e os gestos que os meus olhos alimentam o meu cérebro, cresço na minha sóbria identidade de querer descobrir. Será essa a minha necessidade, o saciamento da curiosidade inequívoca que sinto no meu âmago? Eu quero descobrir, eu quero viver, eu quero saber, eu quero tentar, eu quero falhar, eu quero ser, eu quero, eu... eu... Quanto egoísmo existe na busca, até quando vai demorar para eu perceber o que tu realmente queres, até que as tuas palavras sejam claras, falamos línguas diferentes, talvez os nossos corpos nos mostrem o caminho perdido por entre os sons emitidos. Até lá fico-me pela procura, pelo abraço no fim de dois dedos de conversa que teima em não ser um beijo que diz sim ao que sinto, que faça com que vivamos o momento que nos foi dado enquanto formos a tempo, enquanto resultar...
10 de fevereiro de 2010
Help me with the monsters
Ravaging my body the words that fool my senses, so intense, so deep within that all that surfaces twists and burns the skin. So glad to see that in the end everything goes to it's right place, but before that moment comes the demons roam the dark deepest deserts of my mind seeding havoc... Visions of my past run through my head, reflections of a world that has crumbled and decayed long ago, but somehow still lives on the moments of the present, waiting, hiding on the shadows and taking every opportunity to show its ugly face once again. What am I right now, I am Jack's ravaging memory of a time that has gone, the time that is now is passing, will it last, the future will tell me... The present never lasts long enough to be more then a past memory in the future that awaits you at every corner of the city you live in. Got to go sleep, while I spend my time waiting for some time that's mine.
6 de fevereiro de 2010
It doesnt take a talent to be mean and words can crush things that are unseen...
Será tão difícil abrir a porta e deixar alguém entrar, que no fundo, nos perdemos na complicação que é ser adulto. As coisas podiam ser tão simples, se assim quiséssemos, mas preferimos nos proteger não sei bem do quê, talvez da vida, de sentir, de saborear, não será isso negar a própria vida. Dizem que devemos viver o momento, mas a cada momento que passa, preferimos controlá-lo porque assim somos muito adultos, muito racionais, muito ... Mas no fundo não somos nada, nem sequer esse momento deixamos que seja o reflexo do que somos, mas sim do que deixamos transparecer. Haja mais necessidade de sermos nós próprios, de sermos transparentes, ingénuos, crianças que vivemos os momentos sem segundas intenções, sem complicações, mas quem dera que isso fosse tão simples como estas palavras que aqui escrevo.
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